quinta-feira, 28 de junho de 2012

O protesto da queda. Ou queda do protesto?


llEstamos num momento de instabilidade no São Paulo. Não pela derrota recente, ou eliminações no Paulista e Copa do Brasil. Estamos nessa maré desde os títulos Brasileiros, devido à soberba de nossos dirigentes e sua má administração. 
Nossa torcida, em geral, fechou os olhos enquanto ganhávamos títulos ou, até 2009 pelo menos, quando ainda brigávamos por algo e tínhamos conquistas recentes. O pão e o circo da Roma antiga voltaram à tona e o torcedor foi ludibriado com uma bela estrutura e títulos nacionais, que ocultaram as manobras políticas no clube e brigas internas no elenco e comissão técnica.
O que vemos é um treinador demitido, um mercado sem opções financeiras viáveis, uma diretoria incapaz de criar soluções criativas para comissão técnica e elenco, jogadores desmotivados e um presidente que, apesar de toda a pompa e mudança de foco a cada entrevista, se mostra cada vez mais perdido no comando e retrogrado em sua gestão, que por sinal já devia ter acabado.
Entre setoristas, blogueiros e torcedores, há alguns ditadores da estirpe de Juvenal Juvêncio, que ditam como os demais torcedores devem agir e pensar. Estamos numa democracia! Ou pelo menos assim deveria ser.
Acho uma ideia muito boa o #MorumbiVazio. Mostrar a insatisfação e ter um dia de estádio vazio é algo assustador para a diretoria, comissão técnica e jogadores. Mas o que me assusta é qual a finalidade do protesto? É saudável e pacifico, mas os jogadores precisam de apoio para sair dessa situação e os principais alvos, que deveria ser direção e presidente, não serão afetados. 
Ao contrário, estamos afetando o clube que, sem patrocínio, ainda vê a possibilidade de desvalorização da marca, da exposição das placas de publicidade, da geração de renda, da queda do consumo em pontos comerciais do estádio, desvalorização de jogadores, entre outros fatores. 
No futuro isso pode virar diminuição da torcida, queda nas vendas de produtos oficiais e jogos do PPV, além da exposição de jogos na TV aberta, desestabilizando o clube ainda mais em médio prazo.
Quando queremos o bem do nosso clube e decidimos tomar uma ação, é louvável. Porém, devemos pensar sempre nas consequências que isso pode acarretar, pois, com tudo isso, o time fraco e instável deste ano, pode estar numa situação ainda pior na próxima temporada. É entrar num buraco e continuar cavando!
Não é uma oposição ao protesto #MorumbiVazio. É uma crítica aos torcedores que se acham donos do clube e querem impor algo aos que não concordam com esse protesto, mas também aqueles que não buscam saber o intuito deste e se opõem dizendo que vão ao estádio. 

Quem quiser ir ao estádio, só precisa comprar o ingresso, não necessita armar discussões e conflitos virtuais e reais. A torcida tricolor, historicamente, já possui diversos jogos com menos de dois ou três mil torcedores mesmo. E não era protesto, era um dia normal.
A queda de Leão não representa uma vitória do protesto, pois Juvenal Juvêncio só não havia demitido Emerson Leão por falta de opção no mercado. Essa demissão é uma mudança de foco e um afago de Juvenal na torcida insatisfeita.
Apoiarei qualquer protesto e ideia que tiver fundamentos claros e propostas para solucionar o problema do clube. Se a ideia é desmoralizar um treinador que já não está nos planos do time ou procurar jogador culpado no elenco, não farei mesmo questão em me mobilizar. É atuar no efeito e não na causa do problema.
Porém a discussão deve ser sempre ideológica e não moral, social ou física. Sejamos práticos, inteligentes e democráticos. Se quisermos ser um time diferenciado, sejamos também uma torcida diferenciada.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Naufrágio Tricolor!


llEnquanto o Brasil se preocupava com a semifinal da Libertadores entre Corinthians e Santos, São Paulinos e Curitibanos estavam  de olho na Copa do Brasil.
E pelo segundo ano consecutivo o São Paulo conseguiu uma vantagem mínima em casa e sucumbiu longe do Morumbi.
No ano passado a eliminação veio para o humilde Avaí e nesta temporada o Coritiba, finalista do ano passado, voltou a garantir a chance de ser campeão.
Nas duas oportunidades, o São Paulo entrou como franco favorito e em ambas sucumbiu.
Será que os elencos de 2011 e 2012 são mesmo piores do que Avaí e Coritiba?
Será que ambos os times eram formados por jogadores descompromissados?
Ou será que o planejamento foi equivocado mais uma vez, formando um time desequilibrado em seus setores?
De que adianta ter um Denílson, um Lucas, um Luis Fabiano se não tens peças que formem um conjunto forte e competente em todos os setores?
O São Paulo tem dois zagueiros confiáveis? Não.
O São Paulo tem volantes de marcação confiáveis? Não.
O São Paulo tem  dois meias confiáveis? Não.
Hoje, em minha opinião, o São Paulo tem como titulares absolutos: Rhodolfo, Cortez, Lucas e Luis Fabiano, o resto pode ser remodelado, se considerarmos que Denílson está de saída.
Na segunda-feira, Juvenal Juvêncio disse em evento no Morumbi que o time do ano quem vem será forte.
Seria esta uma confissão de que o time deste ano, mais uma vez, naufragou?
Será que Leão não poupou o time em nenhuma rodada do Brasileiro prevendo ou antevendo um possível fracasso na Copa do Brasil?
A situação lembra muito a do ano passado, quando Carpegiani só não foi demitido após a derrota para o Avaí por falta de opções no mercado.
A pergunta que fica é a seguinte: será que a diretoria vai manter Leão até o final do ano e depois contratará um técnico estrangeiro como sonha parte de seu corpo diretivo ou vai tentar a contração de um treinador nacional antes disso?
Vamos aguardar!
Certo é, que, alguma coisa precisa mudar no tricolor!
Se o corpo diretivo só vai se reformular em 2014, que Juvenal Juvêncio tenha a competência de alterar urgentemente a filosofia implantada nos últimos anos, sob pena de terminar seu terceiro mandato sem conquistas.
É louvável o espírito empreendedor do atual presidente no que diz respeito ao patrimônio do clube.
Mas não é possível ficar tanto tempo sem títulos no futebol profissional.
A conquista de um inédito tricampeonato Brasileiro não justifica quatro anos de  seca!
Enquanto isso, o Corinthians, atual campeão Brasileiro, vai consolidando seu projeto da tão sonhada conquista da América.
Sem contar o estádio em Itaquera, palco da abertura da Copa 2014!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Corinthians e Palmeiras na frente!


llAs vitórias do Corinthians e Palmeiras, foram especiais. Não custa lembrar, que ambos são os lanterninhas do Campeonato Brasileiro, porém conseguiram vitórias maiores, pelo menos a princípio. O Corinthians se impôs na Vila, especialmente no primeiro tempo, enquanto o Palmeiras foi fatal, no final. 
Claro que, na volta, as coisas podem ser diferentes, porém, por enquanto, os torcedores darão uma trégua aos seus times, até porque terão prontas, as respostas para eventuais gozações. 
No caso do Corinthians, a equipe é muito bem definida taticamente e o Santos vai sofrer bastante para reverter em São Paulo. No caso do Palmeiras, fosse outro time, e os 2 a 0 dariam total tranquilidade. 
No entanto, com os antecedentes recentes, até o mais fanático palmeirense, ainda se dá ao direito de ter dúvidas. 
O Grêmio era favorito. Favoritaço. A chance do Palmeiras era jogar fechado, respeitando os próprios limites. Primeiro para não perder, quem sabe para vencer. E venceu. O fez por dois gols. O Grêmio precisa do improvável para decidir a Copa do Brasil. Hoje o certame é simplesmente tudo que os palestrinos têm ao alcance das mãos. E a taça ficou bem mais próxima.
O Santos tem Neymar, o craque real, e Ganso, o da ficção, o jogador genial na mente de parte da imprensa e da torcida, muito mais pelo que imaginam que possa fazer do que pelo que realmente faz. 
O Corinthians não tem jogadores geniais, apenas bons, o principal deles Paulinho. Mas conta com forte conjunto, é mais time, mostra jogo coletivo. E assim o ótimo trabalho que tem à frente o nem sempre valorizado Tite superou o time mais estrelado do badalado Muricy.
As decisões estão muito abertas, ou seja, na semana que vem, teremos, de novo, outros jogos especiais. Estavam mesmo fazendo falta, depois de cinco meses de ridículos campeonatos regionais.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O Enganador


llO casamento entre Ronaldinho Gaúcho e o Flamengo foi uma das coisas mais melancólicas que já aconteceu no futebol brasileiro. Com desempenho pífio dentro de campo – apenas um título conquistado, o carioca de 2011 – Ronaldinho foi ao mesmo tempo a maior ilusão e a maior decepção do torcedor rubro-negro nos últimos anos.
O Flamengo não foi inocente nesta batalha. Prometeu algo que não podia pagar e se perdeu ainda mais ao assumir a dívida que a Traffic deixou com o jogador. O R10, como é chamado, nunca foi um jogador carismático. Nem quando estava em seu auge, atuando no Barcelona, atraiu grandes patrocínios e muito menos estrelou milionárias campanhas publicitárias. Foi um erro acreditar que haveria lucro com a imagem dele.
O Atlético Mineiro é um clube desesperado por conquistas. A última importante foi no distante ano de 1971, com o Campeonato Brasileiro. A apaixonada torcida atleticana sonha com um título de expressão. Mas não será Ronaldinho que conduzirá o clube ao caminho vencedor. Ele nunca liderou nenhum grupo de jogadores e nunca soube jogar sob pressão. Gaúcho não é um bom protagonista e sim um razoável coadjuvante. A não ser que o assunto seja balada e polêmica.

 Liedson
 É triste ver Liedson, atacante do Corinthians, em campo. É nítido que ele tem uma enorme vontade de ajudar o Coringão. Mas seu físico já não suporta mais futebol em alto nível. Liedson tem uma história maravilhosa com a camisa corintiana. Mas não dá mais para continuar. E os dirigentes sabem disso. Erraram no planejamento. Nenhum dos três centroavantes que eles colocaram à disposição do técnico Tite no começo de ano deu certo. Além de Liedson por deficiência física, Elton não jogou por deficiência técnica e Adriano por ‘deficiência’ de vergonha na cara.
Único são-paulino pendurado para o jogo contra o Internacional, Luis Fabiano foi advertido com cartão amarelo e não enfrentará o Santos, no domingo. O atacante, como nas outras oportunidades em que foi punido, deixou o gramado reclamando. 
- Eu gostaria que vocês contassem quantas vezes eu peço aos atletas que esqueçam o árbitro. Peço para não levar amarelo sem necessidade. Necessidade é uma falta para parar contra-ataque. Por reclamação, é erro nosso. Está na hora de tomarmos uma decisão, e séria. Para isso, já conversamos - criticou o técnico Emerson Leão, antes de completar:
- Infelizmente foram três reclamações e já estávamos conversado sobre isso. Quando melhorar, ele só vai subir de rendimento. Não podemos tapar o sol com a peneira.
Técnico Emerson Leão tem toda a razão já passou da hora do Luis Fabiano, receber cartão amarelo que prejudique tanto a equipe desta forma...

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Seleção está evoluindo!


llO trabalho de Mano Menezes até aqui é ruim em minha opinião. Começou com um discurso de futuro e no meio do caminho mudou tudo para defender seu emprego, escalando jogadores cuja vida útil com a camisa amarela não seria muito longa (Ronaldinho Gaúcho é uma piada!). 
Passou quase dois anos se escorando na ausência de Ganso em vez de buscar uma alternativa concreta. E não conseguiu colocar em prática o que discursava sobre o estilo de jogo da equipe (embora eu defenda totalmente sua concepção de futebol) . Dito isso, começa a ficar nítido que há uma implicância muito chata contra o trabalho do treinador à frente do Brasil.
A maior parte da repercussão da vitória do Brasil diante de Dinamarca e Estados Unidos foi dominada por uma suposta “fraqueza” dos adversários. No popular, muita gente tratou como se o Brasil tivesse “batido em bêbado”. O que, evidentemente, não é verdade. Dinamarca e Estados Unidos tiveram problemas defensivos, é verdade, mas estão longe de serem seleções ridículas. 
Mas vamos imaginar que isso seja verdade e façamos uma comparação: o Brasil enfrentou Gabão, Costa Rica e Venezuela (considerando que sejam do nível que se atribuiu à Dinamarca, por exemplo) e jogou muito pior do que fez no sábado e na última quarta-feira! Ou seja, o Brasil já enfrentou times muito fracos e não conseguiu ter a atuação que teve neste momento. Isso deveria ser o principal. Avaliando friamente, o que vimos foi uma seleção brasileira que evoluiu e jogou bem, especialmente no primeiro tempo diante da Dinamarca e nos dois tempos contra os Estados Unidos. 
A Seleção do professor Mano Menezes, conseguiu fazer uma transição bem feita da defesa, com os volantes conseguindo fazer uma distribuição bem melhor, teve em Oscar um articulador importante (bem melhor do que Ganso já fez com a camisa amarela), conseguiu estabelecer a marcação no campo de ataque e teve em Hulk um atacante acostumado a jogar pelo lado do campo e foi efetivo. Além do craque brasileiro Neymar, não foi espetacular, porém, mostrou muita eficiência com gol e assistências.
Um destaque importante também foi a entrada do atacante Alexandre Pato, é um jogador de muita qualidade e pode ser muito útil nos jogos olímpicos. O mais interessante é que Pato, aparenta estar totalmente recuperado da série de lesões musculares que afetam a sua carreira.
A impressão é que Mano começou a achar o caminho. A única ressalva dentro da formação da Seleção são os volantes, o Brasil tem opções melhores do que Sandro e Rômulo, Como por exemplo, Ralf, Paulinho, Arouca e Felipe Melo. Sandro e Rômulo, ainda estão deixando os zagueiros muito expostos e quando for enfrentar uma Seleção com mais qualidade ofensiva o Brasil pode ter problemas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A competitividade de Boca e Corinthians!


llO Boca Juniors ganhou três dos seus seis títulos da Libertadores de 2000 a 2003. Mais ou menos nessa época o Corinthians fez suas melhores campanhas na principal competição do continente, chegando sucessivamente às quartas e à semifinal em 1999 e 2000. 
Nesta quarta esses dois clubes se classificaram para a semifinal da edição deste ano. O elenco atual dos dois clubes é infinitamente pior do que o grupo daquela época, mas mesmo assim a impressão que passam é que isso não vai atrapalhar em nada para eles brigarem por esse sonhado troféu (o Boca para igualar as sete conquistas do Independiente e o Corinthians nem precisa explicar…)
O nível de competitividade mostrado por Boca e Corinthians na competição é a cara do que costuma coroar times na Libertadores. São dois times equilibrados, que jogam dentro de um sistema tático bem definido e assimilado pelos jogadores e que têm mostrado saber jogar defendendo o resultado necessário. E sem se importar em jogar de forma tão fluente assim. O Boca começou mal a competição e precisou crescer ainda na primeira fase. Respondeu e tem mostrado isso desde então, vindo de sete vitórias e um empate. O Corinthians levou dois gols em dez partidas, nenhum no mata-mata. Isso, sem dúvida, são indicativos de força em uma competição como a Libertadores.
Para o Boca Juniors estar nessa situação é comum, tamanha a história do clube na competição. A grande novidade é vermos um Corinthians confortável com isso. O grande trabalho de Tite é conseguir fazer com que os jogadores tratassem a Libertadores como mais um compromisso no calendário e não como uma obsessão que tanto atrapalhou em campanhas anteriores. Podem, claro, não ganhar, mas quem sabe os dois não se encontram para decidir o título em breve.
llAS CLASSIFICAÇÕES
O Boca Juniors foi completamente dominado no primeiro tempo pelo Fluminense. Levou o gol de falta de Carleto e esteve perto de levar o segundo. Faltou o Flu dar sequência às jogadas. Faltou Deco, já que Thiago Neves esteve mal. No segundo tempo as mudanças do Boca deram certo (Mouche é titular, Falcioni!) e o time melhorou muito. O Flu deu muito campo, o Boca jogou os últimos 30 minutos na intermediária adversária, mas esbarrou em uma limitação técnica. Até Riquelme (até então apagadinho) desequilibrar com aquele passe magistral. Gol e empate, que não foi injusto pelo jogo do Engenhão.
O duelo entre Corinthians e Vasco era marcado pelo equilíbrio desde o início. Foi assim em São Januário e foi assim no Pacaembu. Dois times com marcação encaixada, esquemas bem definidos e muita recomposição defensiva. No total, 180 minutos de uma igualdade pouco vista em um confronto. A diferença foram dois detalhes: a incrível chance desperdiçada por Diego Souza (embora para mim seja mais defesa do Cássio do que gol perdido) e a zaga que não subiu para marcar Paulinho, no gol da vaga.

llTITE  X CHELSEA
Fiquei bem surpreso com a declaração estapafúrdia de Tite na entrevista coletiva ao negar relação do futebol que o Corinthians vem jogando com o que o Chelsea jogou nos últimos três jogos da Liga dos Campeões. Dizer que o “futebol perdeu” é patético. Até porque, se fizermos uma comparação, o Vasco no Pacaembu propôs muito mais o jogo que o Timão, tendo inclusive mais chances. Nem por isso aceito que digam que “o futebol perdeu” com o time paulista seguindo. Realmente não entendi…

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Campinas pode acabar com hegemonia de Osasco e Rio de Janeiro


llNão vejo vantagem nem para Corinthians, nem para Vasco para o jogo da volta da Libertadores, no Pacaembu, valendo vaga na semifinal.
llA primeira partida deixou muito claro um grande equilíbrio entre as duas equipes. O time paulista tem um sistema defensivo mais sólido, até pela ausência de Dedé do lado vascaíno.
llPorém, não podemos taxar de complicada a meta da equipe carioca em marcar um gol fora de casa e passar a jogar pelo empate. Isso torna o confronto parelho e sem favorito.
llNum primeiro momento achei que o afastamento de Julio César da meta corintiana era um grande risco, mas agora, acompanhando de perto o desempenho de Cássio, não dá para criticar Tite.
llEnquanto a diretoria não fechou com Guilherme da Lusa, chegou o homônimo, o lateral da Ponte Preta, que fez um bom Paulistão. Esse Guilherme tem a vantagem de também jogar no meio de campo e esporadicamente até fazer um terceiro zagueiro.
llJá o atacante Adilson, que veio do XV de Piracicaba é uma grande aposta. No ano passado se destacou na Série A 2, mas neste ano não mostrou serviço para estar num clube como o Corinthians. Vai ter que provar.
llAcho que agora falta um zagueiro e mais um volante para o grupo ficar fechado, desde que Liedson tenha seu contrato renovado. Se o “levezinho” não ficar (o Botafogo do Rio e o Atlético Mineiro querem sua contratação), o time vai precisar de um fazedor de gols para o seu lugar.
llQuem também trouxe um bom empate de fora, mas pela Copa do Brasil foi o Palmeiras. Pode ser comemorado sim o 2 a 2 com o Atlético Paranaense.
llA exemplo do confronto pela Libertadores, também aqui não vejo um favorito no jogo de volta, mas as situações de empate favorecem bem mais o Verdão do que o Furacão.
llDepois do jogo Felipão estava com um discurso muito mais ameno em relação aquele estranho desabafo anti-diretoria (leia-se Arnaldo Tirone), quando da vitória contra o Paraná Clube.
llFelipão admitiu a necessidade de reforços, mas com bem menos veemência, chegando inclusive a elogiar o recém chegado e desconhecido Betinho, que veio do São Caetano.
llBetinho, aliás, que deverá ser o substituto de Barcos, suspenso no jogo de volta, na semana que vem em São Paulo.
llAinda assim acho pouco para a importância e a dificuldade do Brasileirão, somente as contratações de Betinho, Mazinho, Fernandinho e Felipe.
llFalta um nome de peso. Um atleta que mexa com a torcida, que provoque impacto. Se vier Tiago Ribeiro, aumenta e muito a força ofensiva. Já Eder Luis, não sei por que, não me agrada. Acho comum.
llSão Paulo desmente qualquer tipo de retomada de negociação com o representante de Nilmar, o empresário Orlando da Hora. Pelo menos não existem indícios que essa novela vai ter novos capítulos.
llCom a queda do Villareal para a Segunda Divisão espanhola, a tendência é a saída do atacante, mas ele pretende ainda ficar na Europa, até porque recebe quase 400 mil reais mensais.
llE mais: o relacionamento entre as partes ficou muito desgastado no inicio do ano, com quase 2 meses de especulação.
llSandro Silva, campeão pelo Inter, volante e Everthon Páscoa, zagueiro do Guarani, que andaram surgindo na mídia social, também foram descartados.
llAgora em relação ao zagueiro Lucio, que está deixando a Inter de Milão, os olhos de João Paulo de Jesus Lopes, vice de futebol do Tricolor, brilham.
llNão que o clube tenha iniciado alguma sondagem ou negociação, até porque Lucio já afirmou que pretende ficar na Europa. Mas, vai que ele muda de ideia. Numa dessas, se ele quiser retornar ao Brasil, o São Paulo pode crescer o olho.
llAndré Luiz, zagueiro que não joga pelo menos há 7 meses; Leandro Bonfim, que só atuou em 7 jogos nos últimos 3 anos, meio-campo e Valdomiro, que está vindo de um time da Segunda Divisão portuguesa serão prováveis reforços da Lusa. Meu Deus!!!!
llComeço a achar que Candinho, diretor técnico e Geninho, treinador, são 2 visionários do futebol mundial. E tenho medo do futuro da Lusa com isso tudo.